terça-feira, 22 de outubro de 2013

Será o fim dos consoles?

Veja o que dizem sobre isso.
Segundo o executivo, o cenário atual não permite mais que os consoles se desenvolvam além do que o PC já oferece por uma questão econômica. Citando a própria Nvidia como exemplo, Tamasi disse ao site PC Power Play  que a empresa investe US$ 1,5 bilhão por ano no desenvolvimento de hardware para gráficos, algo economicamente inviável para uma fabricante de consoles. Durante o ciclo de vida de um console, o investimento em tecnologia feito pela Nvidia terá passado de US$ 10 bilhões.
"Não é mais possível para um console ser uma plataforma gráfica melhor ou mais capaz que o PC. Certamente com o primeiro Playstation e o Playstation 2, naquela era não havia gráficos realmente bons no PC. A época do Playstation 2 é quando o 3D realmente começou a chegar ao PC, mas antes disso 3D era o domínio da Silicon Graphics e outras estações de trabalho 3D. A Sony, Sega ou Nintendo podia investir em gráficos 3D para uma plataforma de consumo. Na verdade o Playstation 2 era mais rápido que o PC", explicou o executivo.
"Na época do Xbox 360 e Playstation 3 os consoles estavam equiparados ao PC. Se você olhar para dentro dessas caixas, elas são ambas movidas a tecnologia gráfica da AMD ou Nvidia, porque nessa época toda a inovação gráfica estava sendo feita em empresas de PC. A Sony e a Microsoft simplesmente não podem gastar esse dinheiro. Elas não têm a capacidade de investimento para se igualarem aos caras do PC. Nós podemos fazer isso graças a economia de escala já que vendemos centenas de milhares de chips ano após ano."
Tanto o Playstation 4 quanto o Xbox One serão equipados por processadores gráficos da AMD. A Nvidia não se interessou por uma parceria na próxima geração por considerar as margens de lucro no fornecimento dos chips é pequena demais.
Cada vez mais os consoles se parecem com computadores. Além do acesso a internet, eles utilizam integração com redes sociais, possuem navegadores, aplicativos de vídeos e enviam e recebem e-mails. Poderemos esperar que no futuro o que tenhamos na verdade desktops de marca.